Em casa, me arrumava para um noite inesperada, mas aparentemente normal, que minha mãe deixara eu ter. Nunca havia me arrumado em meia hora, mas afinal, que diferença faria? Era só uma festa.
Minha chegada fora normal, já havia apanhado meu amigo em sua casa - nunca gostei de chegar sozinha em festas - e nós acabávamos de encontrar com nossas outras amigas. Eram muitas pessoas, tanto desconhecidas com conhecidas, aquela era uma noite muito agradável, estava encontrando muitos amigos que não via a algum tempo, eu estava me divertindo tanto que chegava a ser um crime.
Por mais que estivesse distraída com meus amigos, eu não parava de procurá-lo, meus olhos o caçavam por cada rosto daquele lugar e meu coração disparava a cada qual o lembrava. Então eu o vi; por mais que estivesse de noite era como se o sol o tivesse iluminado, não entendi porque não conseguia mais andar.
Procurei evitá-lo por precaução, não adiantou muito; ele estava vindo em minha direção, eu deveria agir naturalmente. Com um sorriso encantador, - arrisco em dizer que era o mais bonito que já vi - fui cumprimentada, minha emoção acabara de ficar transparente em minhas feições, ele dissera que estava me reparando desde que cheguei, esperando que eu o cumprimentasse, e nossa conversa durou por exatos cinco minutos. "O que tem demais nisso?" Alguém deve se perguntar. Eu respondo que para muitos - incluindo-o - nada. Não para mim.
ps: I love you
Minha chegada fora normal, já havia apanhado meu amigo em sua casa - nunca gostei de chegar sozinha em festas - e nós acabávamos de encontrar com nossas outras amigas. Eram muitas pessoas, tanto desconhecidas com conhecidas, aquela era uma noite muito agradável, estava encontrando muitos amigos que não via a algum tempo, eu estava me divertindo tanto que chegava a ser um crime.
Por mais que estivesse distraída com meus amigos, eu não parava de procurá-lo, meus olhos o caçavam por cada rosto daquele lugar e meu coração disparava a cada qual o lembrava. Então eu o vi; por mais que estivesse de noite era como se o sol o tivesse iluminado, não entendi porque não conseguia mais andar.
Procurei evitá-lo por precaução, não adiantou muito; ele estava vindo em minha direção, eu deveria agir naturalmente. Com um sorriso encantador, - arrisco em dizer que era o mais bonito que já vi - fui cumprimentada, minha emoção acabara de ficar transparente em minhas feições, ele dissera que estava me reparando desde que cheguei, esperando que eu o cumprimentasse, e nossa conversa durou por exatos cinco minutos. "O que tem demais nisso?" Alguém deve se perguntar. Eu respondo que para muitos - incluindo-o - nada. Não para mim.
ps: I love you
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